Prefeita recusa contraproposta de professores para piso

A prefeita Adriane Lopes (Patriota) recusoua contraproposta apresentada por professores para pagamento dos 10,39% do piso para 20 horas. .

Adriane vai sugeriu que os professores aceitem este pagamento agora e discutam, mais pra frente, o restante. Professores queriam o pagamento em duas vezes, sendo 3,42% em janeiro e 6,97% em março, o que não será acatado.

A prefeitura defende parcelamento em três vezes, sendo 3,42% agora, 3,48% em maio e 3,48% em dezembro, tudo como abono, até possível incorporação.

Agora os professores fazem nova assembleia para decidir se fazem ou não greve. Caso decidam por paralisar, o final do ano letivo de 2022 deve ficar na mão da justiça, visto que a Prefeitura deve, novamente, recorrer para que a greve seja considerada ilegal. Na última greve, no começo do mês, o desembargador Sérgio Martins determinou o fim da greve, sob pena de multa de R$ 50 mil por dia de descumprimento.

A polêmica do piso de 20 horas deve render briga por muitos anos. A prefeita já avisou que vai pedir para Câmara rever a lei enviada por Marquinhos Trad, com um cronograma para pagamento até 2024. Para cumprir o acordo de Marquinhos, Adriane precisaria reajustar 10,39% agora; 4,78% para janeiro; 10,56% em maio de 2023, 10,56% em outubro de 2023. Nesta conta, seriam mais 21% em 2023, ano que a prefeitura ainda pretende pagar os 10,39% deste mês.

O acordo de Marquinhos ainda prevê 10,56% em maio de 2024 e 10,56% em outubro de 2024, quando os professores passariam a receber R$ 7,6 mil para quarenta horas semanais.

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