Os deputados estaduais aprovaram nesta quinta-feira, última sessão da atual legislatura, o Projeto de Lei 290/2022, de autoria da Mesa Diretora, que fixa os subsídios para 2024 e 2025, além de um auxílio que é pago em duas ocasiões.
O reajuste foi aprovado pela maioria dos deputados, com voto contrário de Capitão Contar (PRTB) e Felipe Orro (PDT), que não disputaram a reeleição, e João Henrique (PL), que terá aumento, mesmo votando contra, já que foi reeleito.
A partir de janeiro, os deputados saltam de R$ 25,3 mil para R$ 29,46 mil. Em abril do mesmo ano, o valor subirá para R$ 31.328,19. Em 1º de fevereiro de 2024, passa a ser de R$ 33.006,39. E, a partir de 1º de fevereiro de 2025, será de R$ 34.774,64.
Os deputados reeleitos terão uma espécie de 14º e 15º salários. Isso porque a lei de reajuste de salário também inclui ajuda de custo, de um salário, para o início e fim de mandato.
A mesa diretora justificou que os reajustes buscam “recompor parcialmente os subsídios dos deputados de Mato Grosso do Sul, sendo que o valor nominal a que fazem jus os parlamentares estaduais não é revisado desde dezembro de 2014”.
Segundo a presidência, a inflação acumulada desde 2014 é de aproximadamente 60%, conforme o Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculados pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE).
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