O governador Eduardo Riedel (PSDB) reuniu gestores de diferentes áreas do Governo de Mato Grosso do Sul na manhã desta segunda-feira (30). O encontro tem por objetivo a formulação do “contrato de gestão, instrumento para que o governo cobre a entrega dos compromissos feitos durante a campanha.
“Uma reunião com todos os gestores do estado em todas as áreas, de gerenciamento e entrega para a sociedade. Vão passar a manhã em reuniões de trabalho, formulando o que a gente chama de contrato de gestão, que é o compromisso de cada área para a sociedade”, explicou o governador.
Segundo Riedel, o grupo se reunirá a cada dois meses e os contratos serão assinados agora em fevereiro para que os gestores possam ir a campo e entregar aquilo que é compromisso com Mato Grosso do Sul.
“É um instrumento administrativo robusto e por trás dele tem todo um sistema que monitora ações que são pactuadas com cada área de atuação dos governos. Os governos atuam e são solucionadores de problemas do dia a dia. Se o secretário não estiver muito claro algo que vai além da solução de problema, fica na mesmice”, explicou o governador, justificando a importância do contrato de gestão.
Riedel espera que os gestores atuem além da rotina, de solução de problema. Ele cita como exemplo as escolas de tempo integral, ressaltando que no contrato é possível saber quantas mais atuarão em tempo integral e quais motivos impedem a ampliação do número em Mato Grosso do Sul.
O secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Castro Nogueira, explicou que nesta segunda-feira serão elaboradas as minutas dos contratos de gestão, com os principais projetos de cada secretaria, indicadores e metas para 2023.
“Dentro deste planejamento está o recorte do orçamento, fazendo o alinhamento com o plano de governo, para se definir as prioridades. Isto entra direto na agenda do governador. Todo este processo terá um monitoramento e será acompanhado a cada passo, por meio das reuniões. Vamos fazer um esforço coletivo para finalizar este contrato antes do carnaval”, detalhou.
Foto: Divulgação/Governo
