Demorou, mas o governo Lula nomeou os comissionados nas superintendências em Mato Grosso do Sul. A maioria, indicada pelo deputado federal Vander Loubet (PT) após reunião com o Partido dos Trabalhadores.
Apesar da grande quantidade, muita gente que lutou pelo partido em momentos de crise ficou fora da lista. É o caso de Humberto Amaducci e Gisele Marques, últimos candidatos ao Governo do Estado pelo PT no Estado.
A dupla foi responsável por garantir palanque ao partido nas últimas eleições, mas não foi colocada como prioridade. Amaducci chegou a usar a rede social para reclamar e Vander prometeu encaixá-los, mas até agora não foram nomeados.
A lista de excluídos inclui os deputados federais Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende, ambos do PSDB, que não indicaram superintendentes, mesmo apoiando Lula. Dagoberto chegou a brigar pela Sudeco, mas perdeu o cargo para Rose Modesto.
O caso do Partido Verde é ainda pior. O partido, que fez federação com o PT, e ficou sem cargo. Marcelo Bluma chegou a indicar o filho para o Iphan, mas foi ignorado pelo Governo Federal, que preferiu servidor de carreira.
Acabando
O governo Lula já indicou a maioria dos cargos em Mato Grosso do Sul, reduzindo a possibilidade de encaixe de quem sobrou. Gisele Marques, por exemplo, terá que se contentar, se for escolhida, com Ibama, cargo pouco disputado por conta do baixo salário.
Além do Ibama, estão vagos os cargos de superintendente do Patrimônio da União e Empresa Brasileira de Serviços hospitalares.
