A semana política em Mato Grosso do Sul foi marcada por polêmica, projetos barrados e novos capítulos de articulações políticas para a eleição do próximo ano. Na Assembleia Legislativa, deputados ficaram irritados com declaração polêmica do deputado federal Geraldo Resende (PSDB), que apontou “dedo podre” da população de Dourados na escolha de prefeitos.
Os deputados não gostaram nada da declaração e chegaram a dizer que o deputado federal tinha “o cérebro podre”. Por falar em Geraldo Resende, o deputado não conseguiu fazer a vontade dele na escolha do presidente do PSDB em Dourados. Ele não queria que nenhum pré-candidato fosse eleito presidente, mas o diretório estadual acabou nominando o deputado Zé Teixeira para o posto.
Na Assembleia Legislativa os deputados derrubaram uma moção de aplausos para o MST e criaram uma comissão para acompanhar as investigações contra três conselheiros do Tribunal de Contas do Estado. O deputado Coronel David também quer mudar a Constituição para garantir à Assembleia o direito de afastar um conselheiro.
Na Câmara da Capital os vereadores rejeitaram votar o projeto de reajuste dos professores por conta de um artigo polêmico, que na avaliação deles, joga para Câmara a responsabilidade, caso a prefeitura não cumpra.
Teve também a possibilidade de troca de partido do deputado Rafael Tavares (PRTB) e o União Brasil pressionando Rose Modesto a disputar a eleição na Capital: Confira abaixo os destaques da semana:
