A fusão/incorporação entre o PSDB e o Podemos para a eleição do próximo ano deve salvar o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), da pressão para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Jair Bolsonaro (PL).
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Lideranças nacionais do PSDB e Podemos trabalham com candidatura própria para presidência. Hoje, o candidato do grupo seria o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).
Mantida a decisão de candidatura própria, Riedel estaria livre da pressão, pelo menos até o próximo ano. Hoje, o PT pressiona o governador a apoiar Lula ou, no mínimo, Vander Loubet (PT) para o Senado.
Riedel chegou a declarar que anunciaria o posicionamento em abril, mas depois acabou afirmando que tem até abril do próximo ano para definir o partido. Além disso, reforçou que nunca disse que sairia do PSDB.
A declaração de Riedel pode fazer o PT ficar no governo até o próximo ano, quando o governador decidir para qual partido vai. Mais que isso, caso o partido tenha candidato, o próprio PT pode desistir da candidatura, pela “neutralidade” do governador na disputa nacional.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, chegou a conversar com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para troca de partido, mas ainda não anunciou se sairá ou continuará na legenda.
