Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul capricharam nos gastos da chamada quota parlamentar e utilizaram mais de R$ 4 milhões para diversos gastos dos gabinetes.
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Cada deputado federal de Mato Grosso do Sul tem direito a R$ 46,3 mil de quota parlamentar por mês e este valor pode ficar acumulado no ano se não for utilizado no mês.
O deputado Geraldo Resende (PSDB) teve o maior gasto entre os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul, acumulando R$ 561,5 mil em despesas. O maior gasto foi de R$ 273 mil, com divulgação do manutenção do escritório, R$ 108 mil, e combustível, R$ 78,9 mil.
O segundo deputado com maior gasto foi Rodolfo Nogueira (PL), que ocupo R$ 531 mil. O maior gasto foi com R$ divulgação de atividade, R$ 274 mil, seguido por aluguel de veículos, R$ 132 mil.
Em terceiro lugar aparece Vander Loubet (PT), que ocupou R$ 519 mil. Destes, R$ 252 mil para propaganda do trabalho parlamentar e R$ 102 mil com aluguel de veículos.
Dagoberto teve o quarto maior gasto, somando R$ 517 mil. O maior gasto foi com propaganda do mandato, R$ 190 mil, seguido por aluguel de veículo, R$ 133 mil.
O quinto mais gasto foi de Beto Pereira (PSDB), em um total de R$ 514 mil. Destes, R$ 224 mil para divulgação do mandato e R$ 98 mil para aluguel na sexta posição aparece Camila Jara (PT), que gastou R$ 507 mil, sendo R$ 251 mil para propaganda do mandato e R$ 84 mil de aluguel de veículo.
Luiz Ovando (PP) gastou R$ 481 mil, sendo R$ 158 mil com divulgação de atividade parlamentar e R$ 90 mil com manutenção do escritório.
Marcos Pollon (PL) teve o menor gasto, com R$ 478 mil. O maior gasto, de R$ 258 mil, foi com divulgação da atividade parlamentar, seguido por passagem aérea, R$ 69 mil.
