O PL teve uma mudança significativa nesta semana, quando Naiane Bitencourt, então presidente do Partido Liberal Mulher deixou, pelo menos momentaneamente, a vida política. Amiga de Michele Bolsonaro, ela se afastou da vida pública e nem deve mais disputar cargo de deputada federal.
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A mudança beneficia diretamente o ex-esposo, Marcos Pollon (PL), que agora terá espaço na chapa de federal, caso não seja o escolhido do PL para concorrer ao Senado em Mato Grosso do Sul.
Naiane, que nunca disputou uma eleição, tinha como madrinha (literalmente) a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, que anunciou a pré-candidatura dela no Mato Grosso. Como a família Pollon teria uma vaga, ela estava garantida.
Nesta composição, Naiane disputaria a vaga de deputada federal e Pollon ao Senado. Com o passar do tempo, Naiane e Pollon se afastaram, o que gerou um conflito neste jogo combinado com Michele.
A dificuldade foi criada pela concorrência na vaga pelo Senado, porque Pollon, apesar de ser anunciado por Michele, via bilhete de Jair Bolsonaro, teria que derrubar Capitão Contar para ser o escolhido do grupo.
A saída de Naiane resolve o problema de Pollon, que terá para onde ir, caso não cosiga emplacar o “sonho de disputar o Senado.
Nova presidente
O Partido Liberal também teve mudança no comando das mulheres. Quem assumiu o comando no Estado foi a vereadora Ana Portela, que também deve ser apoiada por Michele na eleição de outubro.
O PL Mulher teve uma reviravolta no Estado nos últimos meses. O partido era presidido por Giane Nogueira, trocada por Naiane da noite para o dia. Agora, os filiados foram surpreendidos novamente, com a saída de Naiane, substituída pela vereadora da Capital.
As trocas de comando lembraram o comando do diretório estadual, quando Bolsonaro, em curto espaço de tempo, mudava o “mensageiro” de suas ordens para Mato Grosso do Sul.
