O Partido Liberal (PL) adiou, novamente, o anúncio de quem será cortado na briga interna em Mato Grosso do Sul para a escolha do segundo candidato do grupo para a disputa do Senado na eleição de outubro.
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O anúncio seria feito no começo do mês, foi adiado por mais 15 dias, que venceria nesta semana, mas agora ficou para a próxima, quando há expectativa de que Jair Bolsonaro (PL) divulgue uma lista com os escolhidos para governo e senado em todo o Brasil.
Em Mato Grosso do Sul, ninguém se arrisca a dizer quem é o escolhido. Presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja sempre repetiu que o nome seria indicado por pesquisa, mas nem se atreve a anunciar o preferido nos levantamentos encomendado pelo partido no Estado.
Se levar em consideração os números, conforme acordado, Contar seria o escolhido, mas Reinaldo sabe o peso que tem uma declaração de Jair Bolsonaro e prefere ficar quieto. Diferente do PSDB, que ele comandava, no PL é mais um, dependente da vontade dos líderes nacionais, especialmente Jair Bolsonaro.
Nesta semana, o desentendimento entre Flávio Bolsonaro e Michele Bolsonaro foi externado de vez na rede social. Ela defende Marcos Pollon e continua dizendo para pessoas próximas que não abrirá mão da escolha dele, o que tem dificultado o anúncio no Estado.
Confiante de que Michele terá peso na decisão, Pollon percorre o Estado dizendo que foi o escolhido, apresentando a carta escrita por Bolsonaro na prisão, em janeiro, onde declarava que ele seria um dos escolhidos.
Já o grupo de Contar confia na palavra das lideranças do partido, que continuam defendendo o critério de pesquisa como o mais justo para definição, visto que o ex-presidente prometeu a vaga para quatro: Reinaldo, Contar, Pollon e Gianni Nogueira.
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