Assembleia deve ter PL na liderança de cadeiras, seguido por União-PP; disputa pela 3ª posição envolve PSDB e MDB

A expectativa é de disputa acirrada pelas últimas cadeiras (chamada sobra) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O PL é favorito para conquistar o maior número de cadeiras, mas é seguido de perto pelo União-PP.

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Nas pesquisas internas dos partidos, a previsão é de que o PL conquiste seis cadeiras. Nesta conta, seriam quatro ou cinco no quociente partidário (divisão dos votos válidos pelo número de cadeiras; a expectativa é que gire em torno de 60 mil votos) e mais um na sobra. Porém, lideranças acreditam que o partido pode fazer até sete cadeiras.

Entre os favoritos estão os deputados que concorrem à reeleição (Coronel David, Zé Teixeira, Márcio Fernandes, Lucas de Lima e Paulo Corrêa), e o ex-prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro.

Depois, aparecem os novos candidatos, que disputam voto a voto com os vereadores. Na lista, Ana Portela, André Salineiro, Sindoley Morais, Tony Gol, Professor Washington e a vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira.  

O União-PP espera fazer cinco cadeiras. Os atuais deputados têm grandes chances de se destacarem na votação. Casos dos deputados Gerson Claro (PP), Jamilson Name (PP), Londres Machado (PP) e Rinaldo Modesto (União).

Também entram nesta prateleira o ex-prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo, secretário-geral do PP, Marco Aurélio Santullo, ex-deputados Jerson Domingos (União) e Dione Hashioka (União), o ex-secretário de Cultura e Esporte, Marcelo Miranda e o ex-prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes.

Nesta sexta-feira, o PP sofreu um golpe com o TSE indeferindo o registro de Jamilson Name. Caso não consigam reverter, o partido pode cair para quatro.

A briga pela terceira posição no número de bancadas é grande. Destaque para PT e MDB, que têm como puxadores os ex-governadores André Puccinelli e Zeca do PT. Os dois partidos devem fazer duas vagas no quociente, mas esperam chegar até a quatro cadeiras.

No MDB, além de Puccinelli, brigam pelas pontas o deputado Junior Mochi, vereador Junior Coringa, ex-prefeita de Navirai, Rhaiza Matos; ex-vereador Professor André.

No PT, Zeca aparece entre os favoritos, assim com o deputado Pedro Kemp, no sexto mandato. Depois, brigam pela cadeira a deputada Gleice Jane, a vereadora Luiza Ribeiro e o ex-candidato ao Senado, Tiago Botelho. O partido espera fazer três, mas não será surpresa se cair para duas. Há muita reclamação da falta de recurso para campanha.

O PSDB também tem expectativa de fazer três ou até quatro cadeiras. Figuram entre os favoritos para a ponta os deputados Pedro Caravina, Paulo Duarte e Lia Nogueira. Eles disputam diretamente com o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro, ex-deputado Eduardo Rocha, e os vereadores Silvio Pitu e Flávio Cabo Almi.

O Republicanos também briga para chegar a três cadeiras, mas uma perspectiva mais modesta projeta duas vagas. Se não chegar a três, um deputado pode perder cadeira. Concorrem no partido os deputados Pedrossian Neto, Renato Câmara e Antônio Vaz. Além deles, entram na briga como favoritos o ex-deputado Herculano Borges e o influenciador digital Bruno Ortiz.

O Avante tem como principal cotado o deputado Lídio Lopes. A projeção da maioria dos partidos é de que o Avante conquiste apenas uma cadeira. Lídio discorda e afirma que fará duas cadeiras. Entram nesta briga os candidatos Rogério Rohr, Dr. Ruy Costa, Vanildo Neves e Glaucia Iunes.

Além dos partidos citados, disputam cadeiras: PDT, PRD, PCO, Novo, PSOL e Democracia Cristã.

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