Grupo de Combate à Corrupção realiza nova operação em MS nesta quarta-feira

O Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), do Ministério Publico Estadual, realiza uma nova operação nesta quarta-feira, em Sidrolândia.

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Policiais cumprem mandados no Hospital Beneficente Elmíria Silvério Barbosa, presidido por Jacob Breure. Ainda não há informações sobre os alvos dos mandados.

Operação no ano passado

Em novembro do ano passado, Jacob foi preso na Operação “Dirty Pix” (pix sujo). Na ocasião, foi levado para delegacia porque os policiais encontraram uma arma sem porte na residência dele, que foi um dos alvos da operação. 

Na Dirty Pix foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos Municípios de Sidrolândia e Manaus (AM) para apurar crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro.

Segundo o MPE, a investigação identificou o desvio de R$ 5,4 milhões em recursos públicos destinados ao hospital, em Sidrolandia.

O valor foi repassado pelo Estado de Mato Grosso do Sul ao Município de Sidrolândia para a compra de um aparelho de ressonância magnética e um autoclave hospitalar. Todavia, segundo a investigação, parte desse valor foi desviado pela Administração do Hospital, em conluio com a empresa fornecedora, que também pagou vantagens indevidas a vereadores do Município.

O Gecoc apontou que a empresa fornecedora realizou diversas transferências mediante Pix, diretamente ou por intermédio de terceiros, ao presidente do Hospital e aos vereadores envolvidos.

Entre os alvos, estavam a vice-prefeita, Cristina Fiuza, os vereadores Gabriel Auto Car, Clednaldo Cotocio, e Adailton Joarildo; ex-vereadores e Elieu Vaz.

A lista de alvos ainda tem Enelvo Felini Júnior, Izaqueu de Souza, José Ademir Gabardo, Júlia Carla Nascimento, Júlio César Alves da Silva, Silvio de Azevedo Pereira, empresa Pharbox Distribuidora Farmacêutica, Jacob P. wilmtje, Hospital Dona Elmiria e Farma Medical Distribuidora.

“Dirty Pix”, termo que dá nome à operação, traduz-se da língua inglesa como “pix sujo”, e faz alusão à natureza ilícita das transferências financeiras utilizadas para viabilizar o esquema.

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