Reinaldo terá forte concorrente para ministério em eventual governo de Flávio Bolsonaro

Tereza pode ser decisiva para sul-mato-grossense assumir comando e ministério não ficar com paranaense em caso de novo governo do PL.

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O senador eleito em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, já tem concorrente forte para um eventual ministério em caso de vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial do próximo domingo (25).

Reinaldo é presidente do PL em Mato Grosso do Sul, onde o partido elegeu dois senadores e três deputados federais (37% da bancada). Além disso, tem proximidade com o coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho.

Esta boa relação faz o nome de Reinaldo ser ventilado para ocupar o Ministério da Agricultura e Pecuária em uma eventual gestão de Flávio. Porém, novos nomes já começam a ser ventilados.

Um dos concorrentes é o deputado federal do Paraná, Pedro Lupion (Republicanos), presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária. Ele é apontado por jornais nacionais como um dos favoritos, após a senadora de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina, dizer que não tem interesse em reabrir um ciclo que já fechou na gestão de Jair Bolsonaro, quando comandou o ministério.

Apesar da negativa, Tereza deve ajudar na indicação, o que pode fortalecer Reinaldo. Pesa contra a indicação o fato de a região Centro-Oeste já ter comandado a pasta nos últimos dois governos: com Tereza, na gestão de Jair Bolsonaro, e Carlos Fávaro (MT) na gestão de Lula.

Em abril, ainda na pré-campanha, Reinaldo e o governador Eduardo Riedel (PP) entregaram para Flávio um documento com proposta para o agro brasileiro, com o título: Pacto pelo Desenvolvimento: a potência do agro.

Na ocasião, Reinaldo e Riedel disseram que o conteúdo foi construído com a participação de especialistas e pessoas diretamente ligada à atividade agropecuária. O documento foi estruturado em sete eixos: produção com sustentabilidade e inclusão; infraestrutura; crédito e seguro rural; segurança jurídica e modernização ambiental; fortalecimento das cadeias agroindustriais; ciência e tecnologia; e inserção internacional do agro brasileiro.

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