Tereza encara Ciro após ser preterida: ‘voto livre, soberano e secreto’

Senadora foi preterida pela federação União Progressista, que declarou apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (União).

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A senadora Tereza Cristina (PP) divulgou uma nota, na rede social, minutos depois que a Federação União Progressista anunciou apoio à reeleição de Davi Alcolumbre para presidência do Senado.

Na nota, Tereza diz que a eleição da Presidência do Senado é decidida em fevereiro pelo voto livre, soberano e secreto, de cada um dos 81 senadores”.

Tereza disse ainda que os 54 novos senadores eleitos sequer foram diplomados e têm todo o direito de expressar, no momento apropriado, sua vontade e dos eleitores que representam.

“Como líder veterana, estarei aqui para receber meus colegas, especialmente as 12 novas integrantes da bancada feminina. Quero ouvir todos, como sempre fiz, pois o diálogo no Parlamento é tudo”, concluiu.

A reportagem divulgou, com exclusividade, que Tereza tinha o sonho de presidir o Senado, o que deixou público dias depois. Porém, com a derrota de Flávio Bolsonaro, perdeu espaço na federação.

Essa nao é a primeira vez que a federação veta Tereza. Eles também disseram não para o desejo dela de ser a vice de Flávio Bolsonaro nesta eleição.

Na nota de apoio a Alcolumbre, a Federação justificou que “a continuidade de sua liderança representa estabilidade institucional e o equilibrio político de que o Brasil precisa para seguir avançando nas pautas de interesse da população”. A nota foi assinada por Antonio Rueda (presidente do União Brasil) e Ciro Nogueira (presidente do PP).

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