Nova Assembleia tem a volta de figurões e entrada de nova safra na política

A Assembleia Legislativa teve uma renovação de 20% dos atuais deputados, dentro do patamar comum, e terá, como sempre, o retorno de figurões (outra prática corriqueira). Da ala mais experiente, destacam-se o ex-governador Zeca do PT e o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, que ficou  sem mandato na legislatura passada após perder a disputa para o Governo do Estado.

Entre os novatos, a jornalista de Dourados, Lia Nogueira, o ex-secretário de Finanças de Campo Grande, Pedrossian Neto, que segue os passos do avô, e Rafael Tavares, famoso pela atuação nas redes sociais e eleito da vez na onda bolsonarista.

O novo cenário também abriu espaço para ex-prefeitos, casos de Roberto Hashioka, de Nova Andradina, e Pedro Caravina, de Bataguassu, mas fechou as portas para atuais que não conseguiram atingir votos suficientes. Dão adeus ao mandato Herculano Borges, Evander Vendramini, Paulo Duarte e Marçal Filho.

Paulo Duarte já havia ficado de fora da Assembleia na Legislatura atual, mas ocupou a vaga com a ida de Eduardo Rocha para a secretaria de Governo de Azambuja. Já Marçal cai mais um degrau na trajetória política. Ele, que já foi deputado federal, não conseguiu votos suficientes para novo mandato na Assembleia.

A eleição 2022 garantiu a continuidade do decano Londres Machado, Pedro Kemp, Amarildo Cruz, Gerson Claro, Lidio Lopes, Renato Câmara, Marcio Fernandes, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Jamilson Name, Mara Caseiro, Lucas de Lima, Antônio Vaz, Coronel David, João Henrique Catan, Neno Razuk e Rinaldo Modesto.

Abaixo o comparativo de bancadas já com o tradicional troca-troca de partidos na véspera da eleição:

PSDB: subiu de quatro para seis deputados

PT: cresceu de dois para três

PL: manteve três deputados

MDB: saiu de dois para três

PP: Tinha cinco e agora tem dois

Republicanos: tinha dois e agora tem um

Patriotas; PSD, Podemos, PRTB e PDT mantiveram um deputado

União Brasil não tinha representantes e agora tem um

PSB perdeu a cadeira que tinha com a derrota de Paulo Duarte

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