A cantora Gal Costa morreu nesta quarta-feira (9), de causa ainda não informada . Politizada, ela causou polêmica em um show realizado em Bonito, com protesto contra o presidente Jair Bolsonaro.
Em 2019, no Festival de Inverno de Bonito, o público começou a cantar “Ei Bolsonaro, vai tomar no…”. A banda começou a acompanhar o público com uma marchinha, que passou a ser regida pela cantora.
O último post feito pela cantora no Instagram, há 15 horas, também tinha referência política. A cantora aparece fazendo um “L” com a mão, em referência ao presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva.
Em 2018, antes das eleições presidenciais, Gal aderiu ao movimento #EleNão, contrário a Jair Bolsonaro. “Somos mulheres lutando contra a candidatura de um cara fascista, grosseiro, intolerante, que não sabe conviver com as diferenças. Eu resolvi aderir, por que não?”, disse à Folha de São Paulo.
Gal faleceu aos 77 anos, em São Paulo. Ela deixa um filho de 17 anos. Gal tinha mais de 60 anos de carreira e era considerada uma das maiores cantoras do Brasil.
