O ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), disse em entrevista à rádio Difusora Pantanal, nesta segunda-feira (5), que não encerrou a carreira política após derrota na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul.
“De maneira alguma. Houve momento que o ciclo que eu vinha galgando na minha vida, etapa por etapa, por força de Deus e vontade de Deus, para que a gente aguardasse algum período”, afirmou o ex-prefeito, dizendo que saiu da eleição machucado, mas não morto.
Segundo o ex-prefeito, o período pós derrota tem sido de reflexão sobre o comportamento das pessoas que estavam em sua volta. “Tem feito que a gente separasse as pessoas que sempre estiveram conosco, com lealdade e fidelidade, daqueles que se juntaram por conveniência”, avaliou.
O ex-prefeito disse que em determinado momento da vida há duas filas, sendo uma com pessoas que acompanham por conveniência e a outra com pessoas que realmente gostam.
“O separador disso é justamente o poder. Quando você tem o poder, as duas filas são grandes. Quando você perde a força do poder, só fica a fila daqueles que realmente acreditam, confiam e são leais a você”, detalhou.
Indagado sobre o futuro político, o ex-prefeito disse que o momento é de reorganizar o PSD. Ele reclamou da falta de apoio dentro do partido, afirmando que a sigla tem mais de 80 vereadores e menos de 10% o ajudaram. Citou ainda prefeitos do PSD, que utilizaram dinheiro do partido para se elegerem, e também não contribuíram na campanha.
Sobre a parceria com Adriane Lopes, garantiu que não há problemas e que o PSD estará de portas abertas para ajudá-la, caso concorra à reeleição para Prefeitura de Campo Grande.

Sobre o Marquinhos grande companheiro, sempre achei que confiava nas pessoas bem mais do que elas mereciam,sempre cumpriu o que prometeu. Sobre o teu trabalho Wendell no investigams.com.br, parabéns, excelente