Professores fazem manifestação na prefeitura no segundo dia de greve

Professores da Rede Municipal de Ensino fazem nova manifestação no Paço Municipal nesta segunda-feira (5), segundo dia de paralisação. Eles se reúnem em frente ao Paço Municipal às 8 horas.

A ACP ainda não informou o percentual de adesão à greve nesta segunda-feira. No primeiro dia, segundo a ACP, 60% dos educadores pararam as atividades e 100% esteve envolvido nos protestos em busca do piso para 20 horas.

A Prefeitura recorreu à justiça para impedir a greve, mas o desembargador Sérgio Martins aguarda explicação da ACP antes de decidir pela legalidade ou não do movimento, que tem paralisação prevista até sexta-feira (9).

Os professores rejeitaram a proposta da Prefeitura, de 4,78% de reajuste e R$ 400 reais de bolsa alimentação, para 40 horas semanais. Eles cobram os 10,39% prometidos por Marquinhos Trad em março, antes de renunciar para se candidatar ao Governo do Estado.

Em reunião com a ACP, ele prometeu o reajuste de 10,39% para dezembro, mas condicionou ao limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 51,3%. Esta é a defesa utilizada pela Prefeitura para dizer que não pode efetuar o pagamento, por correr risco de responder por improbidade administrativa.

Segundo a Prefeitura, o reajuste levaria a um comprometimento de mais de 60% da receita em gasto com pessoal, o que poderia levar à cassação de Adriane Lopes.

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