Manifestantes que protestam em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, seguem firmes e nem a data comemorativa afastou quem não quer ver o presidente eleito, Luis Inácio Lula da Silva, tomar posse.
Neste sábado, 24 de dezembro, centenas de pessoas foram ao CMO fortalecer o movimento que pede intervenção do Exército contra o resultado da eleição que resultou na derrota de Jair Bolsonaro.
O número de manifestantes já foi maior, mas continua grande frente ao tempo de acampamento em frente ao Exército. O protesto acontece desde o dia seguinte ao fim da eleição, 31 de outubro.
Todos os dias, centenas de pessoas, com cadeiras de praia na mão, se dirigem ao CMO, onde cantam o hino nacional e exibem bandeiras do Brasil.
Os manifestantes já passaram por diversos momentos e criaram muitas expectativas. Elas passaram pelo pronunciamento de Bolsonaro, relatório do Exército sobre as urnas, pedido de anulação do Partido Liberal e diversos outros que até agora não resultaram em nada, efetivamente.
Faltando uma semana para a posse de Lula, eles seguem firme à espera de uma intervenção, sem data para desmontar acampamento.
