O ex-candidato a deputado estadual e atual pré-candidato a prefeito em Campo Grande, Rodrigo Lins, também foi alvo de buscas da Polícia Federal nesta terça-feira.
Empresário e ativista, Rodrigo Lins usa a rede social para críticas principalmente ao presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT). Recentemente, assumiu a vice-presidência do partido Democracia Cristã em Mato Grosso do Sul e anunciou que pretende concorrer a prefeito de Campo Grande.
Em Mato Grosso do Sul são dois mandados. O outro aconteceu na casa de Aline Paiva, assessora do deputado Rafael Tavares (PRTB). A reportagem apurou que ela participou do acampamento em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, e chegou a fazer orçamento de ônibus que levariam as pessoas para manifestação.
A Polícia Federal realiza, nesta terça-feira, mais uma fase da Operação Lesa Pátria, com objetivo de identificar pessoas que financiaram e fomentaram os fatos ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos.
No total, são 53 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Tocantins, Ceará e Minas Gerais.
O STF determinou a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. A estimativa é de que os valores dos danos causados ao patrimônio público possam chegar à cifra de R$ 40 milhões.
Os investigados podem responder pelo crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
Cumprimento dos mandados
São Paulo 12;
Paraná 6;
Mato Grosso do Sul 2;
Tocantins 2;
Santa Catarina 3;
Minas Gerais 26;
Ceará 2.
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