O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e futuro comandante do Partido Liberal em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), sinalizou à reportagem que não está preocupado com a resolução nacional do PL que impede apoio a candidatos de outros partidos.
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Recentemente, o PL nacional divulgou uma resolução que proíbe filiados de apoiarem candidatos de outros partidos, sob pena de ficarem impedidos de receberem recursos do Fundo Partidário ou Fundo Especial para as campanhas.
A resolução informa ainda que a executiva nacional poderá, a qualquer momento, promover a dissolução de comissões estaduais e municipais, revogando resoluções e até cancelando candidaturas ou anulando convenções que contrariem as diretrizes.
Apesar da ameaça, Reinaldo Azambuja apresentou tranquilidade, destacando que as tratativas para filiação ocorrem com participação do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e incluem apoio a Eduardo Riedel.
“Todos os passos que estamos fazendo é combinado com o presidente Valdemar, inclusive o apoio do PL à reeleição do Riedel. Isso não muda nada do que já combinamos com ele”, afirmou o ex-governador.
A filiação de Reinaldo ao PL passa por um acordo feito com a participação de Valdemar e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Riedel também foi convidado a se filiar ao PL, mas deve integrar o partido da senadora Tereza Cristina (PP).
A dupla deve trocar de partido nos próximos dias, já preparando o grupo para a eleição do próximo ano. A chapa terá Riedel como candidato a governador e Reinaldo ao Senado. A segunda vaga para o Senado na coligação deve ser definida com participação de Reinaldo, Riedel, Tereza, Valdemar e Bolsonaro.
O grupo esperava receber o ex-presidente Jair Bolsonaro para a filiação, mas as medidas restritivas impostas por Alexandre de Moraes impedirá a participação.
Foto: Henrique Kawaminami/CGNews
