A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), entregou nesta manhã, na Câmara de Campo Grande, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro 2026 e o Plano Plurianual (PPA) para o período de 2026 a 2029.
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A Lei Orçamentária prevê um crescimento de apenas 1,49%, passando dos R$ 6,871 bilhões previstos para esse ano para R$ 6,974 bilhões. O crescimento é menor que o do ano passado para esse, que foi de 6,9%.
Sobre o crescimento baixo, a prefeita disse que leva em conta o pano de equilíbrio fiscal e preocupação com a reforma tributária.
“Estamos vivenciando um Plano de Equilíbrio Fiscal, diminuindo os gastos da máquina pública para investir na cidade. Temos ainda a preocupação da Reforma Tributária, então estamos com bastante cautela, pé no chão, pensando nos impactos que a cidade pode vivenciar”, disse.
O presidente da Câmara, Papy (PSDB), defendeu o orçamento previsto, dizendo que é importante compreender o momento que a cidade e o País passam.
“A questão de estar mais conservador frente às incertezas da reforma tributária é prudente, mas evidentemente tendo melhor ano de arrecadação em 2026 os investimentos também podem crescer”, disse.
Segundo a prefeitura, as despesas com pessoal estão atualmente em 52,99% da Receita Corrente Líquida, abaixo do limite legal de 54% estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal, porém ainda acima do limite prudencial de 51,3%.
Entre os projetos previstos estão: reforma e adequação do Centro Municipal de Belas Artes, conclusão de obras de 10 Emeis (Escolas Municipais de Educação Infantil), implantação de um Complexo Hospitalar Municipal em Campo Grande, construção do Parque Turístico Municipal Cachoeiras do Céuzinho, implantação de um sambódromo na Praça do Papa, construção de moradias, escolas, revitalização de parques e outros investimentos.
