Sob sigilo, MPE investiga licença prêmio, contratação sem concurso e venda forçada de imóvel popular 

 O Ministério Público Estadual abriu investigações para apurar diversas denúncias em Campo Grande e em municípios do interior do Estado. As investigações têm como ponto em comum o sigilo colocado no inquérito.

 CLIQUE AQUI PARA SEGUIR O INVESTIGAMS NO INSTAGRAM

Em Campo Grande, o promotor George Zarour Cezar abriu investigação para apurar eventual conduta irregular de dois funcionários vinculados à Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (AMHASF).

Segundo a denúncia, os servidores teriam obrigado a autora da denúncia a vender seu imóvel. Além da conduta dos servidores, o MPE investiga possível omissão do ente público municipal ao não apurar o fato. Os detalhes da denúncia foram colocados em sigilo.

Em Ladário, o promotor Rodrigo Corrêa Amaro apura eventual ilegalidade no pagamento de indenização por licença prêmio de assiduidade não usufruída por um servidor público no Município. A investigação também foi colocada em sigilo. 

Por fim, também sob sigilo, o promotor Luciano Bordignon Conte abriu investigação para apurar a possível preterição de candidatos aprovados em concurso público para o cargo de auxiliar de disciplina, mediante contratação de profissionais temporários no Município de Maracaju. 

Nos inquéritos publicados no Diário Oficial os promotores alegam que são públicos e podem ser consultados em endereços disponibilizados. Todavia, ao acessar, aparece a informação de que é preciso uma senha, não disponibilizada pela instituição. 

Deixe uma resposta