O Partido Novo apresentou representação ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra a deputada federal de Mato Grosso do Sul, Camila Jara (PT).
CLIQUE PARA SEGUIR O INVESTIGAMS NO INSTAGRAM E NO FACEBOOK
Conforme adiantado pela reportagem, o partido acusa Camila de violação ao decoro parlamentar durante sessão realizada no dia 9 de dezembro de 2025.
Lideranças do Novo alegam que Camila teria agredido fisicamente o secretário-geral da Mesa da Câmara, Lucas Ribeiro Almeida Júnior, ao supostamente empurrá-lo e apontar o dedo em seu rosto, além desta proferir ofensas verbais.
O caso aconteceu no dia que o deputado federal Glauber Braga (PSOL) foi retirado da mesa da presidência pela polícia legislativa.
No entendimento do Partido Novo, a conduta atribuída a Camila viola deveres previstos no Código de Ética, como o exercício do mandato com dignidade e o tratamento respeitoso a servidores da Casa.
Na representação o Partido Novo ainda cita outro caso envolvendo Camila, desta vez em uma confusão com Nikolas Ferreira (PL/MG)., apontando reincidência na conduta impropria.
Outro lado
Camila Jara divulgou nota dizendo que recebe com indignação a representação do partido Novo no Conselho de Ética.
“O que ocorreu no dia 9 de dezembro foi um tumulto generalizado — com cenas até de violência física. Agi em defesa das jornalistas e deputadas e deputados que vi serem agredidos por policiais legislativos. Sempre pautei minha atuação pelo respeito institucional, pela defesa da democracia e pela valorização dos servidores do Parlamento. Qualquer narrativa que impusesse a mim condutas violentas ignoraria o contexto dos fatos e, antes disso, os próprios fatos. E seria estória e não história. Estou confiante que os fatos prevalecerão. E seguirei exercendo o mandato com firmeza, focada no interesse público e em defesa da democracia”, declarou .
