PF investiga investimento de R$ 1,2 milhão da Previdência da Capital no Banco Master

O inquérito policial apura, em tese, a prática dos crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25/8), a Operação Presciência, para apurar possíveis irregularidades relacionadas à aplicação de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Município de Campo Grande/MS.

Siga o INVESTIGAMS nas redes sociais:

 INSTAGRAMFACEBOOK e THREADS

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e determinadas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Na época dos fatos, o IMPCG era comandado por Camilla Nascimento, hoje vice-prefeita. Por isso, viaturas também foram a Secretaria de Assistência Social, onde hoje ela é secretária.

As medidas cautelares foram deferidas pelo Juízo da 3ª Vara Federal de Campo Grande/MS. O inquérito policial apura a possível prática dos crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.

Segundo nota da PF, a investigação teve início a partir de informações constantes de Relatório de Auditoria Direta – Letras Financeiras, elaborado pela Coordenação-Geral de Auditoria do Departamento dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), do Ministério da Previdência Social (MPS).

“O relatório apontou possíveis irregularidades no processo decisório que resultou no investimento de R$ 1,2 milhão pelo Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) em Letras Financeiras emitidas por banco privado”, diz a nota.

Ainda segundo a PF, há indícios de que servidores envolvidos no processo decisório, mediante ações ou omissões, teriam deixado de observar os procedimentos técnicos e administrativos aplicáveis, expondo o patrimônio do RPPS municipal a riscos.

Deixe uma resposta