Aprovação de candidaturas zera jogo e esquenta briga direta entre PL e União-PP pelas vagas em Brasília

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul está terminando de avaliar os registros de candidaturas solicitados pelos partidos políticos, mas algumas decisões já tomadas foram comemoradas por coligações que brigam pela liderança no número de deputados federais.

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O Partido Liberal (PL) e o União-PP travam uma guerra para elegerem a maior bancada na Câmara Federal. A expectativa, ainda que seja bastante audaciosa, é de eleger três deputados federais. As chances, que já eram remotas, ficaram menores durante o julgamento dos registros, quando dois candidatos, um de cada lado, enfrentaram pedidos de impugnação.

Edson Giroto, no PL, e Carlos Bernardo, no União, foram alvos de pedidos de impugnação e preocuparam as chapas. Porém, foram liberados pela justiça eleitoral e somarão votos para a meta de eleger o maior número de federais.

No PL, segundo levantamentos divulgados até o momento, a briga direta pelas vagas está entre Mara Caseiro, Marcos Pollon, Rodolfo Nogueira e Edson Giroto. Na Federação União-PP, despontam como favoritos: Rose Modesto (União), Geraldo Resende (União), Dagoberto Nogueira (PP), Luiz Ovando (PP) Carlos Bernardo (União).

Seguindo o estudo feito pelos próprios partidos e por pesquisas divulgadas até o momento, a expectativa é de que PL e União-PP fiquem com duas vagas, cada. A terceira, dependerá do desempenho de outros partidos considerados favoritos.

Para garantir a terceira cadeira, PL e União-PP miram 390 mil votos, algo que não será fácil. Na última eleição, a chapa do PSDB teve o maior número de votos, com 310.946, o que assegurou três cadeiras. O PL, que teve o segundo melhor desempenho, teve 210.788 votos, seguido pelo PT, com 185.412.

Republicanos e PT também devem ficar com uma vaga, mas brigam pela segunda nas duas que devem ser buscadas na sobra. Neste bolo, também entra o PSDB. Com a mudança da lei, um partido não precisa atingir o quociente (deve ficar próximo a 170 mil votos) para conquistar uma cadeira. Isso facilita a vida das siglas que não são consideradas favoritas.

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