Três deputados de MS votaram contra a urgência do projeto.
A bancada de deputados federais de Mato Grosso do Sul se dividiu novamente em uma votação na Câmara Federal. Desta vez, no projeto que torna crime a incitação de violência em razão da condição de mulher, o chamado PL da Misoginia.
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A urgência do projeto, para tramitação mais rápido, foi aprovada por 293 votos a 158. Na bancada de Mato Grosso do Sul, foram cinco votos favoráveis à tramitação em urgência, contra três contrários.
Votaram contra a urgência: Dr. Luiz Ovando (PP), Marcos Pollon (PL) e Rodolfo Nogueira (PL).
Votaram favoráveis: Beto Pereira (Republicanos), Camila Jara (PT), Dagoberto Nogueira (PP), Geraldo Resende (União) e Vander Loubet (PT).
O projeto inclui o crime de misoginia na Lei do Racismo, prevendo pena de dois a cinco anos de prisão para injúria por condição de mulher. A pena pode ser aumentada em até 50% se o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
A lei também prevê punição para crimes cometidos pela internet, com suspensão temporária das contas. Para ser aprovado, o projeto precisará da maioria simples dos deputados na Câmara federal.
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